28 de junho de 2007

O Vendaval

Dos dedos um dia entrelaçados surgiu o caos... O vazio e o silêncio agonizante abafam sem dó nem piedade o lugar aonde um dia criamos o riso!
Como folhas que lentamente abandonam o ramo...
Quisera eu um vendaval capaz de virar o mundo do avesso, para que nova luz surgisse... Mas apenas caíram umas gotas de chuva, que mal conseguiram lavar a dor...
E o Caminho tem estado sempre à minha frente, a neblina há muito que se quis dissipar... só eu não soube ver!
Verei outros sorrisos, outros aromas entrarão na minha vida e se entranharão na minha pele...
Hão-de haver outros dedos capazes de encaixar nos meus sem receios vãos...

10 de junho de 2007

Já tinha Saudades...


Saudades desta vida, do corropio, da azáfama, dos sons e dos risos... Como se tivesse andado adormecida durante um tempo que não me apercebi ter existido... Obrigada a quem me fez companhia, estava na hora de regressar!
Agora ninguém nos pára, como diz alguém que eu conheço... "Que não vos falte nada!"

5 de junho de 2007

Um momento...

Caminhamos na incerteza dos nossos passos... A adrenalina do desconhecido não me faz recuar!
Penso... Penso excessivamente bem sei, mas nem o silêncio, nem o barulho ensurdecedor conseguem travar a velocidade desenfreada do meu pensar.
Dizem que tenho mau feitio...
Más línguas apenas, não lhes ligues! Deixa que te mostre o que existe para lá do rugido, da tempestade, da carapaça... Se ainda ssim quiseres partir, não impedirei o teu rumo... Estarei sempre pronta para te sorrir... Serás parte de uma doce memória!